Após demissões em massa atingirem a id Software em julho, o programador sênior de serviços Chris Hays criticou duramente a decisão da Microsoft. Em entrevista ao canal Auf ein Bier, ele afirmou: "Eles fundamentalmente não entendem arte. Eles não entendem games. Eles não entendem o modelo de negócio."
Hays, que trabalha no estúdio desde 2010 e participou do desenvolvimento de títulos como Doom Eternal, foi direto ao questionar a viabilidade do corte. "É difícil fazer um jogo AAA como fizemos antes com metade das pessoas. E quando digo difícil, quero dizer impossível", disse. Ele apontou ainda que departamentos inteiros foram desmembrados, eliminando disciplinas essenciais para a produção.
A id Software foi particularmente afetada pelos cortes de pessoal da divisão de games da Microsoft, que somaram 1.600 demissões, com outros 1.600 cortes previstos. O estúdio, fundador de franquias clássicas como Doom, Quake e Wolfenstein, perdeu 136 funcionários no processo.


