Conforme reportagem do Game Developer, três funcionários atuais da Rockstar Games no Reino Unido divulgaram alegações graves sobre as práticas internas da empresa, meses antes do lançamento de GTA 6. Segundo os relatos anônimos, a desenvolvedora mantém salários abaixo da média da indústria e promete compensação via bônus atrelados ao desempenho do jogo, sem transparência sobre como são calculados ou quando são pagos.
Os denunciantes afirmam que a crunch (jornada de trabalho intensiva) está formalizada nos contratos, obrigando funcionários a pedir dispensa explícita para não participar. Um deles revelou à Eurogamer que até um quinto do salário pode ser retido sem justificativa aparente. Além disso, a empresa enfrenta críticas por manter e expandir uma lacuna salarial baseada em gênero dentro do escritório.
Essas acusações somam-se a conflitos legais em curso no Reino Unido, onde Rockstar enfrenta alegações de represália contra atividades sindicais após demissões em 2025. A empresa também está sob pressão de funcionários que buscam reconhecimento oficial de um sindicato. O timing coincide com o período crítico de desenvolvimento antes do lançamento de GTA 6 previsto para novembro.



